Equipe que trabalha na rua
Técnico, entregador, vendedor externo. Gente que precisa registrar o que fez na hora em que fez, e não à noite, de memória.
App interno para a equipe em campo ou app para o seu cliente final, com um código só para as duas lojas.
Pergunto isso em toda primeira conversa, porque a resposta é não com alguma frequência. Um site que funciona bem no celular resolve o mesmo problema em muitos casos, custa bem menos e não depende de ninguém instalar nada.
App faz sentido quando você precisa de câmera, GPS, leitor de código de barras ou notificação que chega mesmo com o aplicativo fechado. Faz sentido quando a pessoa vai usar aquilo várias vezes por semana, e o ícone na tela inicial economiza o caminho. E faz sentido quando o trabalho acontece onde não há sinal.
Se o seu caso não é nenhum desses, eu vou dizer, e o orçamento que eu mandar vai ser o do site.
Técnico, entregador, vendedor externo. Gente que precisa registrar o que fez na hora em que fez, e não à noite, de memória.
Foto de comprovante, leitura de código de barras, localização da visita, assinatura do cliente na tela.
Quando alguém usa o seu serviço toda semana, o app deixa de ser um obstáculo e vira um atalho.
A primeira versão faz poucas coisas e faz bem. App que tenta fazer tudo na estreia demora a sair e chega errado.
Você vê o desenho antes de existir código, e é bem mais barato mudar de ideia aqui.
Um código só, em React Native, que vira app de Android e de iOS. É o que faz o projeto caber no orçamento de uma empresa pequena.
Celular antigo, tela pequena, internet ruim. É o cenário do seu usuário, e não o do emulador na minha máquina.
Subo nas duas lojas, com as contas no nome da sua empresa. Detalhe importante o suficiente para ter bloco próprio, logo abaixo.
As contas de desenvolvedor ficam no nome da sua empresa, não no meu. A do Google cobra uma taxa única; a da Apple, uma anual. Eu configuro as duas com você e faço o envio, mas a titularidade é sua desde o primeiro dia: se um dia você trocar de desenvolvedor, o app continua onde está.
As lojas revisam antes de publicar. O Google costuma levar horas; a Apple, dias, e é mais exigente. Recusa acontece, quase sempre por política de privacidade ausente, permissão pedida sem justificativa ou funcionalidade que a Apple entende como incompleta.
Quando acontece, eu ajusto e reenvio sem cobrar por isso: faz parte do trabalho de publicar, e não é um extra.
Se você não precisa de recurso do aparelho, nem de funcionamento sem internet, nem de notificação, e a pessoa usa aquilo de vez em quando, um site que funciona bem no celular resolve, e sai mais barato. Eu digo isso na primeira conversa, mesmo quando a conversa começou pedindo um app.
Não. Dá para começar por um só, e para app interno costuma ser Android, que é o que a equipe tem. Como o código é o mesmo para os dois, acrescentar o segundo depois custa bem menos que fazer outro app.
Pode funcionar, e para equipe de campo isso costuma ser requisito. O app guarda o que foi registrado no aparelho e sincroniza quando o sinal volta. Isso precisa ser decidido no começo, porque muda como os dados são organizados.
Eu faço o envio, com as contas no nome da sua empresa. Você não precisa entender do processo, mas a titularidade tem que ser sua, e isso não é negociável da minha parte: é o que impede você de ficar refém de qualquer desenvolvedor, inclusive de mim.
Acontece, principalmente na Apple. A loja diz o motivo, eu ajusto e reenvio, sem cobrar por isso. Os motivos mais comuns são política de privacidade ausente e permissão pedida sem explicação, e os dois eu já preparo antes do primeiro envio.
Quem vai usar, com que frequência e em que situação. Com isso eu digo se app é o caminho ou se um site no celular resolve mais barato.
Canoas RS · presencial em Porto Alegre e Região Metropolitana · remoto no resto do Brasil