A tarefa que alguém aí faz toda semana, na mão.
Relatório que se gera sozinho, planilha que se lê sozinha, e-mail que dispara sozinho. Com aviso quando alguma delas falhar.
Três coisas que eu automatizei.
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01
O relatório mensal de faturamento
Toda virada de mês alguém abria o Excel, digitava a leitura de cada equipamento, aplicava o preço por página e montava o PDF. Virou um sistema que recebe as leituras e devolve o relatório pronto. É o case da Brucker, e o print está lá.
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02
Duas planilhas que precisavam virar uma
Uma equipe preenchia a sua, outra preenchia a outra, e no fim do mês alguém passava horas cruzando as duas na mão, com erro de digitação no meio. A rotina passou a ler as duas e produzir a terceira.
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03
O aviso que dependia de alguém lembrar
Contrato vencendo, pagamento atrasado, estoque no fim. Coisas que já estavam no sistema, mas que só viravam ação quando uma pessoa específica olhava. Agora o aviso sai sozinho, no dia certo.
Quando não compensa automatizar.
Se o processo muda toda semana, automatizar não compensa: você vai pagar para eu refazer a rotina na mesma frequência em que ela quebra. Antes de automatizar um processo instável, o certo é estabilizar o processo.
Se a tarefa acontece uma vez por trimestre e leva vinte minutos, também não compensa. São oitenta minutos por ano, e o desenvolvimento custa mais que isso.
E se a tarefa depende de julgamento humano em cada caso, ela não é repetitiva — é decisão. Automação boa cuida do que é sempre igual, para sobrar tempo para o que não é.
Eu digo qual desses é o seu caso na primeira conversa, antes de cobrar qualquer coisa.
Como funciona.
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01
Cronometrar
Quanto tempo a tarefa leva hoje, quantas vezes por mês, e quem faz. Sem esse número não dá para saber se vale a pena, nem para você nem para mim.
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02
Decidir o que entra
Quase nunca vale automatizar o processo inteiro. Costuma haver um trecho que responde pela maior parte do tempo gasto, e é por ele que se começa.
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03
Rodar em paralelo
Por um período, a rotina roda junto com o jeito antigo e os dois resultados são comparados. Automação que ninguém conferiu é automação em que ninguém confia.
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04
Entregar com alarme
A rotina avisa quando falha, e a documentação diz o que fazer nesse caso. Sem isso, o dia em que ela parar vai ser o dia em que ninguém percebe.
Perguntas frequentes.
Vou precisar demitir alguém?
Nos casos que eu fiz, não. O que muda é o que a pessoa faz com aquelas horas: em vez de copiar número de um lugar para outro, ela passa a conferir o resultado e a cuidar do que exige decisão. Se a sua intenção for cortar posto de trabalho, isso é uma decisão sua, e não uma consequência automática.
Funciona com o sistema que eu já uso?
Depende do que o seu sistema deixa acessar. Se ele tem exportação, banco de dados acessível ou API, dá para integrar direto. Se é uma caixa fechada, às vezes o caminho é trabalhar sobre o arquivo que ele exporta. Eu verifico isso antes de orçar, porque muda bastante o trabalho.
E se a automação falhar sem ninguém perceber?
É o risco real dessa área, e por isso toda rotina que eu entrego avisa quando falha, por e-mail ou WhatsApp. Silêncio nunca significa sucesso: existe uma confirmação de que rodou, além do alarme de que não rodou.
Preciso deixar um computador ligado?
Não, se a rotina rodar num servidor. É o que eu recomendo para qualquer coisa que precise acontecer em horário fixo. Deixar na máquina de alguém funciona, e para de funcionar no dia em que essa pessoa está de férias.
Me conta qual é a tarefa.
Quanto tempo ela leva, quantas vezes por mês acontece e quem faz. Com isso eu já consigo dizer se vale a pena e quanto custaria.
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